Milena Teixeira

Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que Lula tenta provocar adversários e planejam ignorar a quebra de sigilo para evitar armadilhas

Milena Teixeira

20/10/2026 12:37, atualizado 20/10/2026 12:38

Imagens cedidas pela TV Band
Aliados do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) planejam evitar, por enquanto, manifestações sobre a iniciativa do presidente Lula de autorizar a quebra voluntária de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
A campanha de Lula formalizou nesta terça-feira (20/10), na Justiça Eleitoral, a autorização para a quebra dos sigilos referentes aos últimos oito anos. O caso foi distribuído ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A autorização também abrange a primeira-dama, Janja Lula da Silva, e os cinco filhos do presidente: Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, o Lulinha, Sandro Luís e Luís Cláudio.
A iniciativa ocorre após o debate da Band, realizado em 18 de outubro.
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Segundo apurou a coluna, aliados de Flávio pretendem ignorar o assunto. Caso sejam questionados, devem direcionar as respostas para a lobista Roberta Luchsinger, que concedeu entrevista com declarações contrárias a Lula.
A avaliação entre os aliados do senador é que o presidente busca provocar uma reação dos adversários e levá-los a cair em armadilhas políticas. Por isso, a estratégia é evitar o confronto público e não dar repercussão à iniciativa de Lula

